Eu serei o Happy de todas as Hours.
caio fabio, no Papo de Graça de hoje.
Meninos, eu ri.
café com leite
dos dias em perfeita companhia
Terça-feira, Fevereiro 14, 2012
Quinta-feira, Fevereiro 09, 2012
La CitaTion du JouR
“O político é um ser humano normal, que tem direito a ter vaidade. O Moreira Franco, por exemplo, é um poço de plástica, parece a Tonia Carrero. E a Marta Suplicy parece o Cécil Thiré.”
Diretor da Caixa Econômica Federal, Geddel Vieira. Na coluna do Xexéu.
Meninos, eu ri.
Diretor da Caixa Econômica Federal, Geddel Vieira. Na coluna do Xexéu.
Meninos, eu ri.
Quarta-feira, Fevereiro 08, 2012
ÚrtimaS notíciaS
Pois é, agora que Wando morreu, não sei o que faço com as calcinhas.Mentira, nunca fui fã, apesar de sofrer do mal que assola a classe média brasileira, aquele para o qual não se tem remédio, nem inventado foi ainda: pulinho nas Lojas Americanas.
Quando se dá um "pulinho" nas Lojas Americanas, é o começo do fim da sofisticação musical e outras coisitas más. Lá dentro, a pessoa não tem escapatória, o som da caixa é aquela miscelânea de Wando com pagode e agora, os sambas enredos das Escolas de Samba do Rio. Daí, fica impossível tirar as melôs do cabeção. Você é luz...meu iaiá, meu iôiô.
Ainda bem que meu marido mal fala português. Já pensou ter de traduzir meu iaiá, meu iôiô? Aliás, quem é que chama o bem-querer de meu iaiá, meu iôiô?
O Wando.
Mas ele fez uma bela carreira, admito. Quase tirou o reinado de Sidnei Magal.
Que descanse em paz.
Perguntinha indiscreta: ele deixou herdeiro musical?
Quinta-feira, Fevereiro 02, 2012
Segunda-feira, Janeiro 23, 2012
A PIPA, a SOPA e um opinamento
O post poderia ser colocado na categoria de "Observação Inútel", mas decidi por um título mais tranchan.
Li o texto da Cora Rónai sobre os acontecimentos da semana envolvendo os protestos contra as os projetos de lei no congresso Americano pra ver se acabam com a purataria na internet.
O artigo da Cora é bem escrito pra quem quer saber mais do assunto.
Acho que a proteção dos direitos autorais faz sentido, afinal artista vive disso, do material que produz, das obras nas quais gasta tempo, energia e talento pra criar. E profissional vive do que vende do seu árduo TRABALHO. Muita gente acha que artista não é trabalhador de verdade. Mas isso é uma questão de achismo, só isso.
Portanto, pirataria é ruim, senão pra todos, para o principal afetado pela cópia inescrupulosa da sua obra: o artista. Porém a realidade é que nem todo mundo acha assim, e a Internet virou um balaio de gato onde tudo se pode, tudo se consome, pagando ou não.
Falando no assunto, já disse aqui que esse lance de privacidade na Internet é balela. Só pra dar um exemplo perto de casa, tenho ido fazer minhas aulas numa escola perto do centro de Houston. E claro, aonde vou levo o meu I-phone.
Pois, uma semana depois de começar a frequentar o local, recebo um email do I-tunes Books - ou coisa que o valha, com sugestões sobre livros de "fitness" e dietas, e programas de exercícios com sugestões incluindo DVDs de Pilates e o escambau. Coincidência? Acredito que não. Em algum lugar na nuvem, meu I-phone mandou sinais que estava frequentando a academia.
Alguém ainda acredita em privacidade? Eu não.
Li o texto da Cora Rónai sobre os acontecimentos da semana envolvendo os protestos contra as os projetos de lei no congresso Americano pra ver se acabam com a purataria na internet.
O artigo da Cora é bem escrito pra quem quer saber mais do assunto.
Acho que a proteção dos direitos autorais faz sentido, afinal artista vive disso, do material que produz, das obras nas quais gasta tempo, energia e talento pra criar. E profissional vive do que vende do seu árduo TRABALHO. Muita gente acha que artista não é trabalhador de verdade. Mas isso é uma questão de achismo, só isso.
Portanto, pirataria é ruim, senão pra todos, para o principal afetado pela cópia inescrupulosa da sua obra: o artista. Porém a realidade é que nem todo mundo acha assim, e a Internet virou um balaio de gato onde tudo se pode, tudo se consome, pagando ou não.
Falando no assunto, já disse aqui que esse lance de privacidade na Internet é balela. Só pra dar um exemplo perto de casa, tenho ido fazer minhas aulas numa escola perto do centro de Houston. E claro, aonde vou levo o meu I-phone.
Pois, uma semana depois de começar a frequentar o local, recebo um email do I-tunes Books - ou coisa que o valha, com sugestões sobre livros de "fitness" e dietas, e programas de exercícios com sugestões incluindo DVDs de Pilates e o escambau. Coincidência? Acredito que não. Em algum lugar na nuvem, meu I-phone mandou sinais que estava frequentando a academia.
Alguém ainda acredita em privacidade? Eu não.
Sexta-feira, Janeiro 20, 2012
Sex-ta feira
Bom, cada dia que passa fica mais difícil pra eu entender de certas obsessões humanas. Mas, cada um tem seu calo e sabe onde o tal aperta? O que é isso gente?
Garanto que se agora eu decidir começar a escrever uma porção de bobagem usando palavras bem difícies, daquelas que a gente tem de procurar no dicionário, ou usar ambiguidade e congruência na mesma sentença, acho que aumento o público do Café. Se bem que, pensando bem, nem precisa tanto. É só eu pedir a minha mãe pra gravar algo e colocar no U-tubiu, tipo "A Tati está no Texas."
Avoé Andy Warhol.
Como não estou preocupada com Ibope e nem sou herói BBB, aqui vamos, muito bem obrigada.
Tenho gastado mais tempo lendo, lendo e acho já passei da cota de 1.8 ao ano. Desde que o ano começou já li o clássico Scarlet Letter, o histórico - The private lives of the Impressionists, um mistério - For the love of art - esse caga no final, um motivational da coreógrafa Twyla Tharp, The creative Habit, e agora estou terminando outro - The war of Art - basicamente sobre o poder da Resistência nos nossos hábitos criativos. Meninos, já são 5, not bad...
O negócio de ler é...ler. Esse lance de gente que diz que lê até bula de remédio é balela. Primeiro que não dá pra enxergar a letra, a leitura é pedante e a dor se sobrepõe à qualquer conhecimento que você queira ter sobre o remédio. Portanto, quem diz que lê até bula de remédio, não lê muito não.
Outra coisa que descobri é que ler é um hábito. E que, pra ler, precisa-se de concentração, coisa incompatível com a Internet, por exemplo.
Durante um tempo achei que só devia ler os livros considerados bons, os autores mais famosos, os filósofos mais modernos. Mas descobri que isso é meio relativo. Digamos que eu seja uma leitora experimental. Aliás sou desse tipo que ouve música experimental também.
Mas não leio bula de remédio.
Tô indo, volto depois.
Quinta-feira, Janeiro 12, 2012
Observações Inútel
Quem vive desse lado do hemisfério norte, sabe que por aqui o inverno anda meio ruim das perna. E, mesmo que no Texas a gente não tenha aquele inverno rigoroso de nevascas e outras dores de cabeça, faz frio, às vezes neva, venta gelado e uma luvinha vai bem obrigado.
Aqui, num mesmo dia a gente liga o aquecedor de manhã e o ar-condicionado à tarde. E a camaradagem do texano, acha que tá tudo bem. Digo ao Mike que o texano das Américas está para o baiano do Brasil. Só faltam as belas praias. E o acarajé, é claro.
Depois de um começo de semana muito emocional, saí do meio do furacão da ira pensando em como as pessoas andam pesadas. Não estou falando em gordos, pesadas nos ombros, nos lombos. Clarisse tem um texto sobre isso. Deve ser muito ruim andar pela vida assim. Jesus sabe bem o que é isso, se não não teria tocado no assunto: "venha à mim, você aí que anda cansado, sobrecarregado e acharás descanso para a sua alma...o meu fardo é leve..."
LE-VE.
Descobri uma resolução para 2012: andar leve, ser leve e se possível, ficar invisível, como diria meu amigo Cecé. Acho que se não me esforçar muito, consigo.
E pra terminar essa sessão de inutilidade mimimi, comecei bem o ano, suando a camisa. A carcaça anda meio preguiçosa, doída e enferrujada mas, estou insistindo nas minhas aulinhas. Passei muito tempo sem fazer aula e já tinha até esquecido como era bom. O cérebro ainda dormita e tenho dito que, no momento, mais que os pliés, degagés e piruetas, estou tentando acordar meu cérebro. O cara anda esquisito, mas hoje na aula senti que ele abriu um olhinho. Vou então com a filosofia do japonês em mente: "sempre merorá né?"
É.
Developé-tombé.
Aqui, num mesmo dia a gente liga o aquecedor de manhã e o ar-condicionado à tarde. E a camaradagem do texano, acha que tá tudo bem. Digo ao Mike que o texano das Américas está para o baiano do Brasil. Só faltam as belas praias. E o acarajé, é claro.
Depois de um começo de semana muito emocional, saí do meio do furacão da ira pensando em como as pessoas andam pesadas. Não estou falando em gordos, pesadas nos ombros, nos lombos. Clarisse tem um texto sobre isso. Deve ser muito ruim andar pela vida assim. Jesus sabe bem o que é isso, se não não teria tocado no assunto: "venha à mim, você aí que anda cansado, sobrecarregado e acharás descanso para a sua alma...o meu fardo é leve..."
LE-VE.
Descobri uma resolução para 2012: andar leve, ser leve e se possível, ficar invisível, como diria meu amigo Cecé. Acho que se não me esforçar muito, consigo.
E pra terminar essa sessão de inutilidade mimimi, comecei bem o ano, suando a camisa. A carcaça anda meio preguiçosa, doída e enferrujada mas, estou insistindo nas minhas aulinhas. Passei muito tempo sem fazer aula e já tinha até esquecido como era bom. O cérebro ainda dormita e tenho dito que, no momento, mais que os pliés, degagés e piruetas, estou tentando acordar meu cérebro. O cara anda esquisito, mas hoje na aula senti que ele abriu um olhinho. Vou então com a filosofia do japonês em mente: "sempre merorá né?"
É.
Developé-tombé.
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