Quinta-feira, Dezembro 15, 2011
O buraco do coelho da Alice
Uma das pessoas que inspiram meus monótonos dias é minha querida irmã Pati - aquela que anda solta por aí, pondo em risco a vida das pessoas nos magazans. A rotina dela com três crianças dava um livro, mas ela não tem tempo pra escrevê-lo, pois anda ocupada em viver. Ainda tem os periquitos e o mini-papagaio, que ela trata como uma das crianças, com conversas sérias do porquê eles vão ficar de castigo se cagarem no tapete.
As aventuras dela com as coisas inanimadas que eu sei, tem vida própria e devem ser tratadas com respeito e diálogo, é um capítulo longo de eventos er...desastrosos. Hoje foi a vez da máquina de secar que, na casa dela, é uma caixa de Pandora, daquelas que põe-se lençol de casal lá dentro e o que sai é uma toalha de rosto.
Hoje foi a vez de um pullover do marido, que segunda ela, não sabe como se transformou em um casaquinho de bebê, quando saiu da secadora.
"Mas Pati, tem que secar na função 'delicado'"
"Mas estava na função delicado! Acho que este não cabe mais nem no periquito, o marido vai me matar! Não sei o que aconteceu!"
"Vai ver que era pra lavar à seco. Agora só comprando outro...É um caso típico do buraco do coelho da Alice."
*gargalhas*, porque rir é o melhor remédio.
E ouvi dizer que hoje é aniversário do jovem Neimeyer, 104 anos.
Sem palavras, já que desejar vida longa é sacanagem.
Ademã.
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1 expressos:
Essa foi otima!!! hahahahahah
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