Sexta-feira, Janeiro 20, 2012

Sex-ta feira



Bom,  cada dia que passa fica mais difícil pra eu entender de certas obsessões humanas. Mas, cada um tem seu calo e sabe onde o tal aperta? O que é isso gente?
Garanto que se agora eu decidir começar a escrever uma porção de bobagem usando palavras bem difícies, daquelas que a gente tem de procurar no dicionário, ou usar ambiguidade e congruência na mesma sentença, acho que aumento o público do Café. Se bem que, pensando bem, nem precisa tanto. É só eu pedir a minha mãe pra gravar algo e colocar no U-tubiu, tipo "A Tati está no Texas."

Avoé Andy Warhol.

Como não estou preocupada com Ibope e nem sou herói BBB, aqui vamos, muito bem obrigada.
Tenho gastado mais tempo lendo, lendo e acho já passei da cota de 1.8 ao ano. Desde que o ano começou já li o clássico Scarlet Letter,  o histórico - The private lives of the Impressionists, um mistério - For the love of art - esse caga no final, um motivational da coreógrafa Twyla Tharp, The creative Habit,  e agora estou terminando outro - The war of Art - basicamente sobre o poder da Resistência nos nossos hábitos criativos. Meninos, já são 5, not bad...

O negócio de ler é...ler. Esse lance de gente que diz que lê até bula de remédio é balela. Primeiro que não dá pra enxergar a letra, a leitura é pedante e a dor se sobrepõe à qualquer conhecimento que você queira ter sobre o remédio. Portanto, quem diz que lê até bula de remédio, não lê muito não.
Outra coisa que descobri é que ler é um hábito. E que, pra ler, precisa-se de concentração, coisa incompatível com a Internet, por exemplo.
Durante um tempo achei que só devia ler os livros considerados bons, os autores mais famosos, os filósofos mais modernos. Mas descobri que isso é meio relativo. Digamos que eu seja uma leitora experimental. Aliás sou desse tipo que ouve música experimental também.
Mas não leio bula de remédio.
Tô indo, volto depois.